
No ano em que comemoramos os 70 anos de existência do SIRCESP,
não poderia deixar de trazer à baila os nomes daqueles que estiveram à frente do
SIRCESP desde sua fundação, que ocorreu no dia 26 de julho de 1938.
A história do SIRCESP se confunde com a dos homens que lutaram
pela representatividade e união da categoria, que sonharam com um país melhor, que
nunca tiraram os pés do caminho das conquistas em prol de um sindicalismo mais humano,
mais justo e solidário. Foi dirigido pelos seguintes presidentes, durante os respectivos
exercícios, na seguinte ordem cronológica:
Presidentes do Sircesp - de
1938 à 2010 Na sua longa história desde sua fundação em 26 de julho
de 1938, o Sindicato foi dirigido por oito presidentes, na seguinte cronologia:
Siram Cordovil Teixeira
2010
Arlindo Liberatti
2001 à 2009
Eduardo Mastrobiso
1956 à 1958
Oscar Nunes de Siqueira
1954 à 1956
Alberto José de Carvalho
1949 à 1954
Mario Alexandre Refinetti
1938 à 1949
Cada um desses presidentes, durante o mandato, passou pelas dificuldades e glórias
dos tempos.
Cabe aqui destacar, também, a parceria na função "Educação
e Formação Profissional", entre o SIRCESP/FMU, com o apoio do CORCESP, que tornou
possível a conclusão da 1ª Turma de "Gestão de Representação Comercial", cuja entrega
de diplomas aos formandos ocorreu no dia 28 de setembro de 2007, já estando na 4ª
Turma, permanecendo, pois, em vigência a avença celebrada. O SIRCESP se mantém com
o produto das contribuições associativas e da maior invenção social brasileira,
que é o imposto sindical, que agora se chama contribuição sindical. Ela está na
base de um sin-dicalismo frondoso que floresceu aqui, porque cada sindicato que
se organizava encontrava um modo de ter uma ajuda, uma verba tirada de todos os
operários, correspondente a um dia de salário, dividido em doze prestações. Nem
o próprio operário sentia, porque era descontado pelo patrão na folha de salário
e entregue ao Governo uma parte ficava com o Ministério da Educação. Essa invenção
não tem similar, mas alguns querem acabar com ela, querem a contribuição voluntária.
Mesmo que não obtenham o resultado que pretendem, é bom salientar que dificilmente
as categorias conseguiriam se organizar e se manter, ruindo pelo sectarismo que
é um tipo de pendor antitrabalhador. A unicidade sindical dá possibilidade de a
classe operária ter atuação política, de estar presente no quadro nacional, mas
alguns par- tidos têm proposição de extinguir a unicidade sindical, o que acabaria
com o sindicalismo, com o movi- mento operário. Adotar isso no País é como jogar
fora o nosso passado. Isso não recomenda e nem pode acontecer. Em nome do CORCESP
formulo votos de congratulações e de reconhecimentos ao SIRCESP pelas tantas e tantas
conquistas, clamando pela manutenção da categoria uni- da, como forma de lutarmos
por um movimento sindical justo, representativo e democrático. Arlindo Liberatti,
Presidente do CORCESP.
É oportuno
registrar que a gestão atual, mesmo imprimindo novos rumos, reconhece o trabalho
de todos que lutaram com esforços pessoais ou que contribuíram associativa e contribuitivamente,
pois, sem isso, a instituição não teria alcançado os resultados concretos voltados
às atividades institucionais, como: assistência médica, hospitalar, odontologia,
jurídica, auxílio-funeral, centros de recreação e lazer, educação e formação profissional,
que, conjugadas as demais atividades administrativas, fizeram e fazem do SIRCESP
a Casa do Representante Comercial e o abrigo de todos aqueles que buscam seus direitos.